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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Lançamento da Revista do Projeto "Teatralizando a Educação"

Com a palavra Raisa Ojala - Gerente de Projetos da Embaixada da Finlândia

Diretora da Escola Prof. Osny Macedo Saldanha - EF - o IPC e o Projeto Teatralizando a Educação

Uma visão crítica do Projeto Teatralizando a Educação

A evolução do IPC

Teatralizando a Educação - um projeto que evoluiu

Teatralizando a Educação - palavras do Presidente do Instituto Paranaense de Cegos

quarta-feira, 28 de maio de 2014

FÓRUM DOS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DA GRANDE CURITIBA - FPCD-CTBA CONVOCAÇÃO

FÓRUM DOS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DA GRANDE CURITIBA - FPCD-CTBA CONVOCAÇÃO

O Coordenador Geral do FPCD-CTBA - Fórum dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Grande Curitiba, no uso de suas atribuições legais, CONVOCA todos os Coordenadores, representantes de instituições voltadas ao seguimento das PcD e sociedade geral, para a Assembléia Ordinária do FPCD-CTBA a ser realizada no dia 07/06/2014

1. Data: 07 de Junho de 2014 (Sábado)

2. Local: Avenida Luiz Xavier, Boca Maldita, centro, Edificio Garcez, Grupo Uninter.

3. Horário: Apartir das 13:30 horas as 16:30 horas

4. Pauta:

A. Abertura da Assembléia Ordinária e leitura da pauta pelo Coordenador Geral.

B. Leitura da Ata da ultima reunião ordinária do dia 28/04/2014, pelo Secretário Geral.

C. Leitura da minuta do Novo Regimento Interno do FPCD-CTBA

D. Espaço para discussão, votação, e aprovação do novo Regimento Interno do FPCD-CTBA pela Assembléia.

E. Assuntos Gerais.

F. Encerramento.

Curitiba, 28 de Maio de 2014.
Luiz Vanderlei Rodrigues
Coordenador Geral.

Publicado em:



terça-feira, 27 de maio de 2014

Retificação local da Assembleia IBDVA IBDa

-------- Mensagem original --------
Assunto:
Retificação local da Assembleia IBDVA IBDa
Data:
Mon, 26 May 2014 12:12:57 -0300
De:
Para:

 Favor repassar
 
No próximo dia 29 acontecerá a Assembleia Eletiva do Instituto
Brasileiro dos Deficientes Visuais em Ação, o qual doravante denominado
Instituto Brasileiro das Pessoas com Deficiências em Ação.
Estou com a preterintenção de retornar a presidência da entidade
 Informo que todos os presentes poderão votar e serem votados.
 A situação atual exige uma mobilização maior para retomada das
atividades, por este motivo conto com vossa presença.
Segue a baixo convocação.
Atenciosamente
 
Terezinha Lima
Fundadora do IBDVA/IBDa
(041) 99297889
 
 
O Presidente do Instituto Brasileiro das Pessoas com Deficiência em 
ação, IBDa, no uso de sua atribuição regimental, resolve:
 
Convocar a Diretoria Executiva, Conselheiros-as Fiscais, Diretores, 
Representantes e sociedade geral, para a assembléia geral a ser 
realizada dia 29 de
maio de 2014, no campus Garcez da UNINTER, Av. Luiz Xavier, Boca 
Maldita, sala 74, sétimo andar, com primeira chamada às 18:30h e segunda 
chamada às 19h.
 
PAUTA:
 
01. Assuntos gerais;
02. Eleição da diretoria;
03. Alterações estatutária.
 
 
Curitiba, 24 de Maio de 2014
 
Daniel Massaneiro
Presidente do IBDa
 
 
Terezinha Lima
Fundadora do IBDVA/IBDa

 

sábado, 24 de maio de 2014

Mundo Cegal - primeiro seminário on-line sobre audiodescrição é hoje, dia 24/05, a partir das 19 horas.

Bom dia!
Nosso primeiro seminário on-line sobre audiodescrição é hoje, dia 24/05, a
partir das 19 horas.
Se você não conseguiu se inscrever, ouça o evento na íntegra pela rádio
Mundo Cegal! É só acessar o link:
http:/www.mundocegal.com.br/radio

Ajude-nos a divulgar!
O ouvinte também poderá participar por meio de perguntas, que devem ser
enviadas para o e-mail radio@mundocegal.com.br

Confira a programação:


Sábado, 24 de maio de 2014
18h30: Recepção dos convidados pela Secretaria de Comunicação e eventuais
soluções de problemas atinentes à ferramenta de trabalho (teamtalk);
19h00: Breves instruções, pela Secretaria de Comunicação, de como
ocorrerão os trabalhos;
19h05 - Abertura solene com o presidente Moisés Bauer;
19h20 - Início da coordenação de mesa (Beto Pereira) e apresentação do
primeiro palestrante;
19h30 - Palestra: Projeto de lei do estado de Santa Catarina para garantir
a audiodescrição em todos os eventos estaduais realizados por aquele ente
da federação. Palestrante: Assessor da Assembléia Legislativa de Santa
Catarina;
20h00 - Palestra: Audiodescrição - Histórico, legislação e perspectivas.
Palestrante: Paulo Romeu Filho;
20h30 - Palestra: Por quê e para quem fazer audiodescrição. Uma ferramenta
de inclusão indispensável em diversos contextos. Palestrante: Felipe
Mianes;
21h00 - Espaço para perguntas;
21h30: Encerramento dos trabalhos.




Contamos com sua audiência!

Cordialmente,
Diniz

sábado, 17 de maio de 2014

NEM LIVRO BRAILE, NEM LIVRO DIGITAL: OS CEGOS AO DEUS-DARÁ

Renato Barbato

14 de mai (Há 3 dias)
para Renato


De:
Enviada em: terça-feira, 13 de maio de 2014 12:47
Para:
Assunto: UM REFORÇO PARA O TEMA


NEM LIVRO BRAILE, NEM LIVRO DIGITAL: OS CEGOS AO DEUS-DARÁ
Impressoras braile que são enviadas a alguns estados e nunca saem das caixas ou, quando saem, não podem ser utilizadas porque faltam peças; livros didáticos em braile que chegam às crianças cegas nas escolas de todo o país com atraso de seis meses a dois anos, apostilados e com pontos apagados, isso tudo sem qualquer fiscalização por parte do governo. É esta a realidade que,  finalmente, vem sendo denunciada nas redes sociais por pessoas cegas há algum tempo.
Sem impressoras espalhadas pelo país – e funcionando - , a maior parte do livro braile no Brasil continua sendo produzida com verbas públicas por uma única instituição assistencialista na capital paulista, que tem em seu acervo apenas seis mil títulos disponíveis, número absolutamente insignificante e impossível de se equiparar aos cerca de 80 mil novos títulos lançados anualmente pelo mercado editorial brasileiro.
Se o braile é fundamental para a alfabetização dos que nasceram cegos ou perderam a visão ainda crianças, os que ficaram cegos já adultos - a imensa maioria – quase não o dominam, por isso, até pouco tempo atrás tinham nos livros gravados pelas instituições assistenciais a única opção de acesso à informação e ao conhecimento escritos. Isso mudou. Há anos, o mundo digital vem substituindo rapidamente tanto o braile como os livros gravados de maneira irreversível e definitiva. Com a enorme revolução trazida pelos programas ledores de tela para computadores e celulares, todo o conteúdo digital é lido em voz alta para o cego, transformando textos em áudio e a briga, neste caso, é para que cada vez mais os sites sejam acessíveis.
Mas as editoras não vendem livros nos formatos digitais acessíveis e as bibliotecas não dispõem de scanners de voz para que os cegos possam digitalizá-los e ouvi-los gratuitamente - a próxima biblioteca classificada como "acessível", com inauguração prevista para setembro na capital paulista, dentro do Parque Villa-Lobos, conta apenas com um conversor de texto para braile! Museus, bibliotecas e casas de espetáculos deveriam começar a substituir o enganoso termo "acessível" por "com alguns recursos de acessibilidade", não?
Como, então, uma pessoa cega faz para ter acesso aos livros? Quem pode, compra um bom scanner de voz ou recorre a uma das várias empresas que oferecem o serviço de digitalização de textos. Quem não pode, fica sem. Ou pede à instituição paulistana, entra na fila e espera alguns meses até receber seus livros gravados gratuitamente. Por isso é que para estudar, por exemplo, é cada vez maior o número de cegos que preferem os cursos virtuais, nos quais estão em pé de igualdade com todos os colegas, já que todo o conteúdo didático é digital.
"Meu neto é cego, tem doze anos, adora livros e é claro que prefere mil vezes o digital ao braile! Ou alguém acha que ele vai querer aquele peso todo de mais de um volume em braile para cada livro em tinta que os colegas que enxergam lêem?", diz a dona de casa Maria Eugênia. E continua: "Já pensou se as editoras inventam de vender livros em braile? Com os apartamentos pequenos de hoje em dia, meu filho, minha nora e ele vão ter de se mudar para um galpão!" risos."Hoje a meninada já nasce em cima de um computador, ele é cego e também usa o computador o dia inteiro como todo mundo, é fácil, rápido, compacto! É desumano não venderem livros digitais acessíveis da mesma forma que vendem em tinta para quem enxerga", conclui.
Maria Eugênia tem razão. Segundo notícia publicada no site R7 em 27 de abril, pesquisa realizada pela empresa de tecnologia AVG com 5.423 pais de dez países indica que 73% das crianças entre 3 e 5 anos já utilizam algum aplicativo educacional. Outro resultado revelado é de que, no Brasil, 97% das crianças entre 6 e 9 anos já usaram a web, contra 89% no restante dos países pesquisados.
Segundo dois respeitados experts em acessibilidade e estudiosos das deficiências, ambos cegos e um deles português, ainda não temos no Brasil nenhum movimento ou organização com força e representatividade que realmente defenda os direitos dos cegos. Nem nesta nem em nenhuma outra questão que envolva a verdadeira inclusão de quem não enxerga. Se esta árdua luta existisse, talvez a Lei 10.753/2003, a chamada Lei do Livro, que dispõe sobre a acessibilidade no mercado editorial, já estivesse em vigor e os cegos pudessem escolher e comprar seus livros das editoras e livrarias, como quem enxerga. Ou, pelo menos, que já existisse a obrigatoriedade de acessibilidade nos livros de qualquer editora que fosse participar de licitações públicas.
Os três recentes exemplos em São Paulo de quem por obrigação deveria promover a acessibilidade pelo menos em seus próprios livros só confirma o descaso com que o tema é tratado. Atuando em cargos públicos na defesa dos direitos das pessoas com deficiência ou à frente de uma associação assistencialista para cegos, as autoras, quando muito, disponibilizaram apenas audiolivros em suas publicações – uma delas, nem isso! Segundo os dois estudiosos, não há confronto, questionamento ou ameaça a esse verdadeiro cartel do livro acessível que atua livremente no eixo São Paulo-Brasília e que só admite que os cegos tenham acesso ao braile e, no máximo, aos livros gravados por instituições assistenciais.
Felizmente, nota-se um ainda pequeno, mas combativo movimento de pessoas cegas, indignadas e contundentes em seus protestos, denúncias e reivindicações - fenômeno inédito em um segmento até então historicamente silenciado. Movimento que já conta com um também ainda tímido número de simpatizantes, que atuam no meio em todo o Brasil e manifestam seu apoio enviando as postagens a universidades, jornalistas, parlamentares e órgãos de defesa de direitos humanos, dentro e fora do país. Quem sabe, um passo além para a transformação que todos nós queremos e vai aqui, a todos eles, um agradecimento muito especial.
Fonte: Blog Outros Olhares

terça-feira, 13 de maio de 2014

INSTITUTO BRASILEIRO DOS DEFICIENTES EM AÇÃO - IBDa, antigo IBDVA - assembléia geral a ser realizada dia 29 de maio de 2014

Eu Terezinha Lima fundadora do INSTITUTO BRASILEIRO DOS DEFICIENTES EM AÇÃO
- IBDa, antigo IBDVA.
Convido você para estar participando da assembleia eletiva da emtidade conforme convocação abaixo, a sua presença é muito importante para a continuidade das atividades desta instituição.
Seguetambém o estatuto para conhecimento



CONVOCAÇÃO
O Presidente do Instituto Brasileiro das Pessoas com Deficiência em ação, IBDa, no uso de sua atribuição regimental, resolve:

Convocar a Diretoria Executiva, Conselheiros(as) Fiscais, Diretores, Representantes e sociedade geral, para a assembléia geral a ser realizada dia 29 de maio de 2014, no campus Garcez da UNINTER, Av. Luiz Xavier, Boca Maldita, sala 29, segundo andar, com primeira chamada às 18:30h e segunda chamada às 19h.

PAUTA:

01. Assuntos gerais;
02. Alterações estatutária;
03. Eleição da diretoria.



Curitiba, 28 de abril de 2014

Daniel Massaneiro
Presidente do IBDa




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segunda-feira, 12 de maio de 2014

CARTA ABERTA E CONVITE À FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA CEGOS

Renato Barbato

23:10 (Há 50 minutos)
para Renato
Olá amigos.
Leiam e reflitam.
Um grande abraço.
PAZ, LUZ E AMOR.
Renato Barbato

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: 'Movimento Cidade para Todos' cidade_para_todos@yahoo.com.br [cidade_para_todos] <cidade_para_todos@yahoogrupos.com.br>
Data: 12 de maio de 2014 16:49
Assunto: [cidade_para_todos] CARTA ABERTA E CONVITE À FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA CEGOS
Para: cidade_para_todos@yahoogrupos.com.br


Descrição: image
"Ao centro da "Ao centro da margem superior da folha, a logomarca do Movimento Cidade para Todos, formada pela seguinte inscrição em letras de forma maiúsculas na cor azul-escuro e dividida em quatro linhas: MOVIMENTO na primeira linha, à esquerda; CIDADE na segunda; PARA TODOS na terceira; e Acessibilidade na quarta linha, à direita. Todas as palavras têm tamanhos e espessuras diferentes, sendo CIDADE a maior delas, com as letras mais grossas, e ACESSIBILIDADE a menor, com as letras mais finas. A inscrição
PROGRAMA “PALAVRAS INVISÍVEIS”: CARTA ABERTA E CONVITE À FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA CEGOS

O Movimento Cidade para Todos vem publicamente dirigir-se à Fundação Dorina Nowill para Cegos, em virtude do anúncio do projeto “Palavras Invisíveis”, de autoria dessa instituição, para informar que concordamos com os dados divulgados na campanha, quando afirmam que mais de 95% dos livros publicados no Brasil não são produzidos levando-se em consideração a existência de pessoas com deficiência visual, cegas e com baixa visão – constituindo 6,5 milhões de pessoas segundo o Censo IBGE 2010.
Nesse sentido, e percebendo a preocupação que a Fundação demonstra nessa campanha quanto ao “acesso universal à cultura” das pessoas com deficiência visual, que também é a nossa, viemos convidá-la a somar forças e trabalharmos por uma solução definitiva para esse problema e que seria a regulamentação da Lei do Livro, Lei Federal 10.753/2003, que há 11 anos posterga o direito das pessoas com deficiência visual de serem reconhecidas como consumidoras de leitura pelo mercado editorial brasileiro.
Aos leigos, cabe-nos informar que desde 31 de outubro de 2003, quando foi sancionada a Lei Federal 10.753, batizada de Lei do Livro, foi deixado para regulamentação posterior justamente o artigo 2º, Incisos VII e VIII, que define o livro acessível para pessoas com deficiência visual como produto comum do mercado editorial. E essa situação permanece até os dias atuais, ou seja, há 11 anos a Lei do Livro atende aos interesses de todos os leitores brasileiros, exceto aqueles com deficiência visual.
Desde então, nosso movimento se empenha nessa luta, e nunca havíamos notado a Fundação Dorina declarar, sugerir, aconselhar, apoiar ou subscrever publicamente qualquer tipo de documento ou manifestação que defendesse essa regulamentação. Contudo, sabendo dessa nova campanha, ficamos esperançosos de que a postura da Fundação Dorina de silenciar-se sobre essa questão tenha mudado e por isso fazemos a ela esse convite público.
Nesse sentido, esclarecemos aos seus dirigentes que o mercado editorial brasileiro publica entre 70 e 80 mil novos títulos por ano. Isso demonstra que mesmo que a capacidade da Fundação fosse multiplicada por dez, ela não conseguiria adaptar cada um desses livros em tempo real para que o leitor com deficiência visual não continuasse absolutamente atrasado em relação aos leitores sem deficiência.
Entretanto, caso o mercado editorial já publicasse seus livros impressos com acessibilidade em sua base digital, possibilitando o acesso da pessoa com deficiência visual a esse conteúdo, o trabalho da Fundação não precisaria ser o de “reinventar a roda”, mas sim poderia ser o de prestar consultoria para esse mercado, passando a ser mais um elo da cadeia produtiva do livro e não mais uma intermediadora entre esse mercado e as pessoas com deficiência.
É impraticável, além de impensável, acreditar que seja possível replicar, no sistema braile ou áudio, todos os mais de 70 mil títulos anuais produzidos no Brasil. Persistir nisso é continuar restringindo a oferta de livros para pessoas com deficiência visual a um fragmento desse todo, ou seja, somente o conteúdo que as instituições assistenciais conseguem adaptar.
Vale lembrar que com o advento dos computadores e das tecnologias assistivas, entre elas os softwares ampliadores e ledores de tela, basta que a base digital dos livros impressos seja desenvolvida com os critérios de acessibilidade para que, adquirindo esse livro digital, uma pessoa com deficiência visual tenha acesso com autonomia a esse conteúdo ao mesmo tempo que qualquer outro leitor sem deficiência.
Ademais, os softwares ledores de tela, amplamente utilizados por pessoas cegas, já fazem a leitura em voz alta dos livros digitais, ou seja, o formato áudio já está implícito ali. Sem contar o fato de que existem também tecnologias capazes de transformar automaticamente os conteúdos digitais em formato braile. Isso significa dizer que a base digital acessível dos livros é a matéria-prima para todos os outros formatos usados por pessoas com deficiência visual: ampliado, áudio, braile e DAISY.
Assim sendo, insistimos em que, se entre as pessoas sem deficiência, a relação entre consumidores e livros é feita diretamente, nas livrarias, editoras e bibliotecas, a mesma relação direta deve ser garantida aos consumidores com deficiência visual. Esse gigantesco grupo social não pode continuar dependente de uma ou duas instituições assistenciais no Brasil, por mais bem-intencionadas que sejam, no que diz respeito ao acesso ao livro.
Assim sendo, essa relação direta só será garantida quando for promovida pelo mercado editorial, que é regido pela Lei do Livro, 10.753/2003. Enquanto isso não acontece, estamos falando em segregação, exclusão, discriminação, desigualdade de oportunidades. Além disso, estamos falando em desrespeito flagrante dos Direitos Humanos fundamentais e que estão previstos, entre outros documentos, na Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, parte integrante da Constituição Brasileira desde 2008.
Portanto, como ficou claro na atual campanha que essa segregação não é o desejo e nem a finalidade da respeitadíssima Fundação Dorina Nowill para Cegos, temos certeza absoluta de que a mesma irá nos responder, manifestando-se publicamente favorável à imediata regulamentação da Lei do Livro, trabalhando junto conosco para que o Congresso Nacional acorde para esse inexplicável atraso na garantia de um direito tão importante e fundamental para o segmento de pessoas com deficiência visual em nossa sociedade.

No aguardo,



MOVIMENTO CIDADE PARA TODOS