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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A inclusão, a acessibilidade, a Copa do Mundo e o IPC

O IPC deve acabar ou não - a inclusão existe?

Como brasileiro nato, registrado, vacinado etc. não duvido de nada no Brasil.
Valeu

Ana

Espero que retruquem, apoiem ou discordem.
O tema é importantíssimo.

Abraços

Cascaes
4.2.2011


De: anavalente@pop.com.br [mailto:anavalente@pop.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 09:09
Para: João Carlos Cascaes
Cc: erros13
Assunto: Re: RES: RES:

Oi Cascaes
Pode colocar no blog sim, até porque recebemos a triste notícia de que a escola especial para cegos foi autorizada em seu funcionamento e, pasme voce, que aqui temos uma questão que a meu ver trata-se da colonização do inconsciente: A reabertura por uma escola especial de cegos, a retirada das crianças cegas ou baixa visão do ensino regular, foi empetrada pelos próprios cegos.
Voce pode acreditar nisto?
abraços




----- Mensagem de jccascaes@onda.com.br ---------
Data: Fri, 4 Feb 2011 09:02:40 -0200
De: João Carlos Cascaes
Assunto: RES: RES:
Para: anavalente@pop.com.br
Ana

Posso colocar seus comentários no blog
http://direitodaspessoasdeficientes.blogspot.com/ ???

É importante, talvez alguém diga algo de valor, respondendo.
Suas ponderações são justas, na minha opinião, com as ressalvas em torno da péssima mobilidade que temos em Curitiba, o que complica muito a vida da PcD.
O brasil regrediu demais nesses anos de crise econômica, mas entupiu-se de teses poéticas dadas as circunstâncias.
Faltou competência gerencial (para tudo, Educação, Saúde, Saneamento Básico, Energia, Transportes etc.) nessas décadas de crise.

Abraços

Cascaes
4.2.2011

De: anavalente@pop.com.br [mailto:anavalente@pop.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 08:49
Para: João Carlos Cascaes
Cc: 'Ricardo Mesquita'; 'Cayo Martin'; 'gilberto.fernandes'; 'Gilmar F'
Assunto: Re: RES:

Bom Dia Cascaes,
Concordo com voce sim, o Brasil elege tipos de prioridades estranhas.
Porém, como minha luta vem de tempos por uma educação de qualidade, seja no modelo inclusão, seja por escolas regulares, acho que retirar das escolas nossos alunos que exigem pela própria condição que teem, que se responda por desafios, é como matar o cachorro para eliminar a pulga.
Enquanto nossas soluções forem: colocar nossos filhos em escolas particulares, retirar as pessoas com deficiencia das escolas publicas, aceitar que os professores que passam em concursos não apresentem curriculuns compatíveis aos desafios da escolas etc... é reforçar a inercia do Estado de Direito em relação a educação.
O mesmo com a saude, enquanto pagarmos planos, nunca demandamos por melhores condições na saude.
E assim vai.
Nunca a escola vai estar pronta para o processo de inclusão enquanto este processo não demandar soluções.
Ficarão em Curitiba, hoje temos o levantamento, 10 crianças cegas, confinadas em uma escola fora da sociedade. E depois, terão de ingressar de qualquer maneira, na escola regular, e aí? como será? deveremos mantê-las fora das escolas até que o 2º ciclo da escola regular se prepare ou vamos enfrentar a situação e passar a exigir qualidade desde o ensino fundamental até universidade?
abraços a todos e que tenhamos coragem e determinação por uma luta pela educação de qualidade e não por tampões que reforcem um Estado paralisado.





----- Mensagem de jccascaes@onda.com.br ---------
Data: Fri, 4 Feb 2011 04:16:21 -0200
De: João Carlos Cascaes
Assunto: RES:
Para: 'Ricardo Mesquita' , 'Cayo Martin'
Cc: anavalente@pop.com.br, "'gilberto.fernandes'" , 'Gilmar F'
Infelizmente vivemos no Brasil

Aqui temos excelentes propostas que nunca se realizam.
A prioridade é a Copa do Mundo.
As pessoas idosas, com deficiência e com doenças graves são última opção.
Lemos demais revistas de Superhomem, Batman, Tarzan etc.
E o pior, Tio Patinhas, Gastão e a lógica do avarento e esperto.
Esperar boas intenções é burrice.
Que tal só discutir a liquidação do IPC quando a inclusão estiver funcionando bem?
Começamos pela ponta errada.

Abraços

Cascaes
4.2.2011

De: Ricardo Mesquita [mailto:arqmesquita@gmail.com]
Enviada em: quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 14:48
Para: Cayo Martin
Cc: anavalente@pop.com.br; gilberto.fernandes; Gilmar F; João Carlos Cascaes
Assunto: Re:

Faço minhas as palavras do Cayo,
em qualquer situação tem que ser analisados todos os aspectos da questão,
pesar os prós e os contras.
É como a questaõ da pista tátil, há quem queira e há quem não queira.
O Cascaes, por exemplo, luta por escolas capacitadas no ensino de pessoas com deficiência auditiva,
pelo menos enquanto o ensino regular não estiver totalmente capacitado para recebê-los.
Não pude ficar até o final da reunião, mas pelo que entendi na mensagem do Cayo,
ficou deliberado que seria feita uma reunião especificamente pra tratar deste assunto.
Fico à disposição pra colaborar em todos os sentidos.
Abç
Ricardo
Em 3 de fevereiro de 2011 14:22, Cayo Martin escreveu:
Querida Ana:
Sempre fui pessoa de ouvir e expôr as minhas reflexões e da última reunião, perdão da penúltima reunião, em que o Abreu falou, junto com o Bill e tocou o tema citado agora, o Ênio disse que estaria disposto a fazer um debate ou um encontro de expôr reflexões e eu achei ótimo...
Acho que todos nós queremos a inclussão, podemos discordar nos modelos a ser seguidos, mas eu sempre digo que devemos usar a mesma força que usamos para expôr as nossas ideias, devemos usar a mesma força em usar para escutar as ideias dos outros, pois no debate não se trata de haver vencedores ou vencidos... Lembro que quando estudava em Fribourg, Suissa, o Reitor, que era padre dominico e era professor de ideologia comunista, dando cursos no mundo inteiro e até na Rússia sobre o tema, dizia que a Universidade deveria ser um local em que se expussessem as ideias sem que estivessem contaminadas pelo fanatismo, porque aí acabava a ciência... Por isso achei que a ideia de debater este tema, como qualquer outro é bom e saudável e temos que fazê-lo com esse espíritu que comentava do Reitor...
Eu estive com o grupo, quando era o chefe de gabinete do Requião o Dr. Moreira e dizia a ele que eu era a favor da inclussão, mas que no momento achava que era impraticável, pois nem as escolas, nem os professores, nem os alunos estavam preparados e dava como exemplo, algo vivido por mim, como professor da PUC, quando levava os meus alunos para fazer os estágios em escolas públicas e na grande maiora das vezes, via o impraticável do estágio, pelo despreparo dos alunos ditos normais...
Permito pôr cópia para Ênio, pois cito o que foi dito por ele nessa reunião, citada e se eu estiver errado, que ele me corrija e além do mais, ele sabe do meu ponto de vista e sempre me senti respeitado por ele, mesmo discordando não do fim, mas da forma como chegar...., por isso se ele quiser fazer esse encontro de ideias ou debate, democraticamente, como ele propos, eu disse a ele que me propunha a ser o mediador desse encontro...
Abraços
Cayo
Como não consegui achar o correio do Enio, por favor, peço que repasse para ele...
Obrigado
----- Original Message -----
From: anavalente@pop.com.br
To: Ricardo Mesquita
Cc: Cayo Martin ; gilberto.fernandes ; Gilmar F
Sent: Thursday, February 03, 2011 12:40 PM

Boa tarde Pessoal
Novamente peço à voces favores de disseminação.risos
Embora o grupo encabeçado pela ADEVIPAR tenha perdido já na justiça nas duas instancias, o pedido de retorno à escola especial do IPC , continuam na tentiva de inserir o tema nos debates.
Para voce vislumbrar o panorama, a escola contava com o montante de 21 alunos, dos quais agora alguns já ingressaram no 2º ciclo.
Como Centro de Atendimento especializado, pudemos aumentar os atendimentos a todos os cegos que necessitam de nós.
O documento em anexo, foi enviado e protocolado ao Governador, Vice Governador ( que vem sofrendo pressões para o retorno da escolinha dos 21- risos, pode?) e também a Senhora Fernanda Richa.
Se voce puder repassar ao maior numaro de pessoas possíveis, agradeço muito pois estamos tentando barrar este retrocesso segregacionista por parte destas pessoas que entendem que cegos só devam conviver com cegos, além de querer instituir uma quebra isonomica ao tentar oferecer escola a 21 aluninhos e os demais 390 municipios do paraná que frequentem a escola regular.
Aliás diga-se de passagem, acompanhamentos tem sido feitos aos alunos da escola regular e muitos tiveram um grande crescimento a partir do processo inclusivo.
Vale ressaltar também, que o movimento é menos por educação e mais por política e desestabilização da intervenção que tirou o pirulito da boca de muitos . risos
Obrigada e abraços


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Arq. Ricardo Tempel Mesquita
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