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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Novamente piso tátil

----- Original Message -----
Sent: Wednesday, August 31, 2011 1:08 PM
Subject: [acessib-urb] Novamente piso tátil

Olá debatentes.
Já fazia um tempinho que queria colocar essa discussão em pauta.
Na reunião da CPA em que a comissão ratificou a nossa posição com relação as mudanças no texto da norma sobre piso tátil foi novamente colocado que o deficiente visual não sabe distinguir a diagonal na instalação dos mesmos.
A alegação novamente foi a mesma.
Quem não tem memória visual não sabe o que é uma diagonal.
Então vamos refletir:
Se, segundo pesquisas, 70% das pessoas com deficiência visual são deficientes que adquiriram ela durante a vida, então podemos concluir que pelo menos 70% dos deficientes visuais possuem memória visual.
E se esse número é grande~, então podemos concluir que esses deficientes sabem o que é uma diagonal, certo.
No nosso grupo, um dos maiores defensores das diagonais é o Sérgio Faria, que não possue memória visual e ele sabe perfeitamente o que é uma diagonal e batalha por elas.
Então podemos concluir que mesmo os que não possuem memória visual sabem distinguir perfeitamente o que é uma diagonal, dependendo apenas de serem ensinados sobre o tema.
Aí eu pergunto:
Será que o erro não está nos formadores de orientação e mobilidade que instituiram que um deficiente visual não sabe o que é uma diagonal e ponto final.
E se isso está ocorrendo, será que não está na hora desses profissionais se reciclarem, pois eles estão formando uma nova geração de deficientes visuais que possuem cérebro e que sabem pensar por si só não precisando que videntes digam se eles devem ou não saber ou entender o que é uma diagonal.
Como tudo no universo e alterado a cada segundo, penso que já está na hora desses profissionais começarem a entender que no passado isso poderia até acontecer, porém nos dias atuais eles devem se requalificar para darem um treinamento atual para os deficientes que os procuram para aprenderem sobre orientação e mobilidade.
Citei o caso do Sérgio por ser o mais próximo do grupo, mas já conversei com vários deficientes que não possuem memória visual e que sabem muitíssimo bem o que é uma diagonal.
Para concluir, penso então, que devemos começar a cobrar essa requalificação desses profissionais de orientação e mobilidade para que eles ensinem o que os deficientes querem aprender e não o que eles acham que devemos aprender.
Um grande abraço.
PAZ E LUZ.
Renato Barbato

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O Lions Clube Curitiba Batel e a ADEVIPAR






lávio Roberto Hermany para mim
mostrar detalhes 20:11 (10 horas atrás)

   Prezado senhor, nosso amigo, com a permissão de tratá-lo assim, João Carlos Cascaes, digníssimo Presidente do Lions
Club Curitiba/Batel, LCC/Batel, vimos pelo presente agradecer-lhe a
indicação e a intermediação do contato que a partir de agora, estamos
estabelecendo  com esse clube, tão reconhecido por suas ações de apoio
social a entidades e a pessoas que enfrentam determinadas dificuldades
para desempenhar, da melhor forma possível, suas atividades, e que buscam energia e
disposição para superá-las.
   A ADEVIPAR, Associação dos Deficientes Visuais do Paraná, atravessa,
no momento, uma séria crise financeira - mas há de vencê-la e tirar as
lições que ela traz -, que acarreta vários outros problemas de ordem
social, administrativa, etc.. Esta instituição sempre visou à sua
auto-sustentabilidade e vinha trilhando esse caminho satisfatoriamente,
obtendo recursos, principalmente, através da produção de material em braille para algumas
instituições, como a COPEL e a SANEPAR, na impressão de contas de luz e
água, respectivamente, e a Universidade Positivo, confeccionando
material didático. Porém, as duas máquinas de que dispúnhamos para
executar esse trabalho pararam de funcionar, e, por se tratar de um
equipamento antigo e obsoleto, já não é possível o seu conserto. Dessa
atividade provinham cerca de 90% da nossa receita, daí se pode entender
o motivo da delicada situação em que nos encontramos, e, por isso
solicitamos o auxílio do Lions Club na resolução dessa questão.
   Para informarmos, ainda que não detalhadamente, sobre a importância
que a ADEVIPAR tem para nós, pessoas com deficiência visual, fazemos a
seguir um relato da trajetória desta entidade, em seus
trinta e dois anos de existência.
   A ADEVIPAR fundou-se no dia 25 de maio de 1979, por iniciativa de um
grupo de pessoas com deficiência visual de Curitiba. Já no seu começo,
ela se destacava regional e nacionalmente na área esportiva,
especialmente na prática do futsal. Posteriormente, com a criação de
uma entidade nacional que organiza as competições esportivas em todo o
território brasileiro e seleciona os atletas que represintam o Brasil
em competições internacionais, a ADEVIPAR teve vários de seus
esportistas medalhistas em jogos paraolímpicos, mundiais,
latinoamericanos, etc.. Com a passagem do tempo, a entidade foi
se desenvolvendo e atendendo seus associados, também, em outras atividades, como a
assistência social, na distribuição de alimentos e agasalhos aos mais
carentes e na aquisição de moradias, trabalhando em parceria com a
COHAB. Na colocação profissional, treinamos e encaminhamos para o
mercado de trabalho pessoas com deficiência visual; um exemplo da
atuação da entidade nesse campo foi um convênio com agora extinta
TELEPAR, em que foram empregadas vinte pessoas filiadas
à nossa instituição. Com referência à socialização, à arte e à cultura, promovemos diversos concursos literários, musicais e
eventos de integração social, como almoços, jantares e festas, de um modo
geral, com o objetivo de buscar e valorizar talentos artísticos,
promover a cultura e a intelectualização e de fortalecer as relações interpessoais e também
de fazer uma entidade cada vez mais abrangente, quanto ao número de
associados.
   A ADEVIPAR é mantenedora de uma escola de educação especial, a nossa
escola Orlando Chaves, mantendo com o Estado e a cidade de Curitiba
convênios de cessão de professores e de repasse de verba, e, com as
atividades da escola, faz um grande trabalho de reabilitação de pessoas
que tiveram a infelicidade de perder a visão e necessitam adaptar-se à
nova e difícil realidade. Os professores ensinam a escrita e leitura em
braille, o manuseio do sorobã, equipamento utilizado para cálculos
matemáticos e a orientação e mobilidade, com vistas à maior
independência possível dos alunos, e cidadãos, na vida social de cada
um.
   Todos esses fatos fornecem uma indicação da relevância da ADEVIPAR,
de uma associação de pessoas com deficiência visual, na vida e na
conquista da cidadania, por parte das pessoas cegas e, como se diz
em nosso meio, de baixa visão.
   As barreiras que estamos encontrando momentaneamente, não só para o
maior desenvolvimento de nossa entidade, mas até para sua própria
subsistência, fazem com que procuremos apoio em outras pessoas e
instituições, pois, sozinhos, ficamos praticamente inertes aos
acontecimentos  subsequentes. Assim, esperamos contar com toda a colaboração possível
do Lions Club, e nos colocamos à sua inteira disposição, para apresentar
comprovação documental e materializar as informações aqui registradas e
abrimos nossas portas para uma visita, ou melhor, cordialmente
convidamos os membros desse clube a estarem conosco em nossa sede, para
um bom diálogo e nos confraternizarmos. A propósito, gostaríamos de
expressar nossa satisfação pelo excelente acolhimento que tivemos da
parte de alguns diretores do Lions, o senhor Joel e o senhor Agenor, por
exemplo, ao participarmos, por sugestão sua, senhor Cascaes, da Semana
Nacional da Cidadania e da Solidariedade, no dia 13 de agosto, na rua XV
de Novembro, em Curitiba; foi realmente um grande prazer!
   Certos de que teremos um ótimo e duradouro relacionamento com o Lions
Club, e manifestando nossa disposição em nos esforçarmosao máximo para dar a nossa contribuição nessa
convivência harmoniosa, aproveitamos o ensejo para exprimir nossa
admiração e nosso respeito.
   Atenciosamente

   Flávio Roberto Hermany
   Diretor de Relações Públicas

   Antonio de Barros
   Presidente

   Curitiba, 24 de agosto de 2011.

domingo, 21 de agosto de 2011

Jorge Drexler- Eco

Jorge es uruguayo y esta música es la que canta en la novela Insensato corazón... Él tiene también aquella música de la película que creo hablaba del Che y eran dos amigos en una motocicleta, creo que recorriendo América...
(Clique na linha abaixo)




http://www.youtube.com/watch?v=WICcHQO4I-Y

Jorge Drexler- ECO

Esto que estás oyendo
ya no soy yo,
es el eco, del eco, del eco
de un sentimiento;
su luz fugaz
alumbrando desde otro tiempo,
una hoja lejana que lleva y que trae el viento.

Yo, sin embargo,
siento que estás aquí,
desafiando las leyes del tiempo
y de la distancia.
Sutil, quizás,
tan real como una fragancia:
un brevísimo lapso de estado de gracia.

Eco, eco
ocupando de a poco el espacio
de mi abrazo hueco…..

Esto que canto ahora,
continuará
derivando latente en el éter,
eternamente….
inerte, así,
a la espera de aquel oyente
que despierte a su eco de siglos de bella durmiente..

Eco, eco
ocupando de a poco el espacio
de mi abrazo hueco…..

Esto que estás oyendo
ya no soy yo…

Eco
Isto que estás ouvindo
Já não sou eu
É o eco, do eco, do eco
De um sentimento;
Sua luz fugaz
Iluminando desde outro tempo,
Uma folha distante que leva e traz o vento.

Eu sem duvida
Sinto que estas aqui,
Desafiando as leis do tempo
E da distância.
Sutil, talvez
Tão real como uma fragrância:
Um brevissimo lapso de estado de graça.

Eco, eco
Ocupando aos poucos o espaço
De meu abraço oco.

Isso que eu canto agora,
Continuará
Se afastando a pulsar no éter,
Eternamente ....
Inerte, assim,
A espera daquele ouvinte
Que desperte o seu eco de séculos de bela adormecida.

Eco eco.
Ocupando aos poucos o espaço
Do meu abraço oco.

Isto que estas ouvindo
Já não sou eu...

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

mudar o item 7.4.5 do projeto da ABNT de mudar a norma para os pisos táteis

Douglas Almeida totalacessibilidade@gmail.com para mim
mostrar detalhes 15:49 (4 minutos atrás)
Prezado Senhor João Cascaes
Por gentileza, o senhor pode nos informar quem são as pessoas de contato da associação de deficientes visuais de Curitiba,


Precisamos muito da ajuda de deles para mudar o item 7.4.5 do projeto da ABNT de mudar a norma para os pisos tateis,


O item 7.4.5 é um crime contra as deficientes visuais do Brasil. O projeto como o senhor pode ver anexo, estão querendo legalizar o errado para evitar ter que colocar pisos tateis na calçada, porem os proprios deficientes visuais estão lutando para mudar este item.
O que representa na isso na pratica, a calçadas de Curitiba não teria mais os pisos tateis nas calçadas. Como está colocado no centro, somente em alguns trechos faltantes.
O senhor pode entrar no link, se cadastrar e votar.


http://www.abntonline.com.br/consultanacional/projetodet.aspx?ProjetoID=7620
Segue anexo tambem um pesquisa de utilização de piso tátil para deficientes visuais,




Atenciosamente
--
Douglas Almeida
Total Acessibilidade
+55 47 4054 9930 / +55 47 9962 5508
Mail: acessibilidade@totalacessibilidade.com
Msn: totalacessibilidade@hotmail.com
Site: www.totalacessibilidade.com

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

OFERTA DE CURSO DE BRAILLE GRATUITO


OFERTA DE CURSO DE BRAILLE GRATUITO

O SIANEE Serviço de Inclusão e Atendimento aos Alunos com Necessidades Educacionais Especiais do Grupo Uninter em parceria com o CAP/DEEIN/SEED/PR Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual, do DEEIN Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional da Secretaria de Estado da Educação do Paraná, realizará um Curso de Braille Básico, de vinte horas(leitura e escrita), com início dia 15 de agosto (segunda feira) e encerramento 19 de agosto (sexta feira) no horário das 13 horas às 17 horas, na unidade Tiradentes, sala 33.   
As aulas serão ministradas pelo docente da Secretaria de Estado da Educação do Paraná, Prof. Jamir Naby Elias, especialista na área.  
O SIANEE dispõe de dez vagas deste curso, gratuitas para os interessados. Basta que os interessados entrem em contato com o SIANEE para se inscreverem.
    
Leomar Marchesini
Coordenadora do SIANEE
Serviço de Inclusão e Atendimento aos Alunos com Necessidades Educacionais Especiais
41| 2102-3372
41| 9169-5969

Grupo Educacional UNINTER
Unidade Tiradentes
Rua Saldanha Marinho, 131, 3º andar - Centro - Curitiba PR

 

image001.jpgimage001.jpg
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Discriminação: impedimento de uso do transporte aéreo por pessoa com deficiência visual usuária de cão-guia

Subject: Discriminação: impedimento de uso do transporte aéreo por PcD visual usuária de cão-guia

Amigo Cascaes,
abaixo está a carta do Daniel que esteve em vários eventos de Curitiba e sempre acompanhado do seu cão-guia.
Favor postar no seu blog.
Ao final está o contato do Daniel.
Abraços,
Lumiy
 
 
São Paulo, 01 de agosto de 2011
Discriminação: impedimento de uso do transporte aéreo por pessoa com deficiência visual usuária de cão-guia
Prezados senhores.
Meu nome é Daniel de Moraes Monteiro.
Sou pessoa com deficiência visual e há mais de 05 anos concecutivos, faço uso do transporte aéreo por todo o Brasil, invariavelmente acompanhado por meu cão-guia Mac, da raça labrador, com quem chego a voar até 02 vezes na mesma semana, por diversas companhia aéreas.
Tal situação é possível por conta da legislação acerca do tema: decreto 5296/04, 5904/06 e leis 10048, 10098 e 11.126/05, os quais asseguram, dentre outras medidas, a entrada e permanência de cães-guias em todos os locais de uso público e coletivo no Brasil, inclusive o transporte aéreo, punindo aqueles que tentarem obstarem tasis disposições.
Para fazer jus ao premissivo legal sempre andei com a documentação do referido cão em ordem, conforme disposição da própria legislação vigente.
Vale lembrar que desde 2006 especificamente deixou de ser exigido dos usuários de cão-guia o transporte de guias de trânsito de animais e também de atestados de saúde dos cães para viagens, conforme legislação acima exposta.
Me dirijo a vossas senhorias para relatar um acontecimento pelo qual passei ontem, quando estava na cidade de Vitória, retornando para São Paulo após proferir palestra em um evento.
Ao chegar no aeroporto de Vitória me identifiquei à supervisora do atendimento da TAM linhas aéreas, de nome Viviane Bruschi.
A mesma informou que o vôo no qual eu viajaria originalmente, com orário de decolagem prevista para as 17:00H já estava encerrado, pelo que eu deveria embarcar no próximo, com decolagem prevista para as 19:15H, o que aceitei prontamente.
Enquanto fazia meu atendimento, a mesma solicitou os documentos do cão-guia como de costume, no que foi atendida, no que para mim parecia ser o encerramento de mais uma viagem dentr tantas que faço, sendo a sexta concecutiva nos últimos 30 dias.
Para minha surpresa a senhorita Viviane questionou se eu havia tirado algum atestado do cão para poder viajar.
Expliquei que não era necessário, conforme expus acima, tentando faz~e-la entender que tal procedimento era descabido.
A mesma então disse que eu não poderia embarcar, pois o “procedimento da companhia” exigiria tal apresentação.
Incisti e a supervisora em apresso se propôs a consultar sua direção e supervisão, pelo que se recusaria a liberar meu cartão de embarque.
Após longos minutos e sem saber o que estava acontecendo retornei ao balcão de atendimento, e depois de mais uma espera a senhorita Viviane regressou dizendo que nada poderia fazer, pois a legislação apenas proibia de exigir o uso de focinheira, mas não proibia de exigir atestado de saúde do animal.
Desta forma fica caracterizada a interpretação restritiva de uma lei, em malefício de ma pessoa em situação desfavorável, pois não sou morador daquela cidade e estava necessitado de retornar para minha residência.
Desesperado saí à procura de um balcão da ANAC, que não existia naquele momento, pois a sitadaagnência não tem funcionamento naquele aeroporto aos domingos.
Não encontrei qualquer ajuda, até que encontrei algumas pessoas conhecidas, que coincidentemente voariam junto comigo.Tentamos repetir as explicações já dadas, mas nada foi feito e mesmo com a presençada Polícia Militar, que fora chama por último recurso nada foi feito, a funcionária continuou dizendo que deveria cumprir o procidimento da empresa aérea, que fora aprovado pelos órgãos competentes.
Pedimos então o endoço do bilhete para outra companhia que me transportasse e que cumprisse o que está disposto na legoslação, MS a funcionária continuou se recusando, talvez por medo de reconhecer que estaria errada, alegando qualquer desculpa.
Pedimos então para tomar conhecimento da tal normativa, mas não pudemos pois documentos de caráter interno não podem ser exibidos aos passageiros, como se estes tivessem mais valor que a legislação do Brasil.
Só pude contar com o apoio de colegas moradores da cidade e de policiais militares, os quais me ajudaram a providenciar a ida até a delegacia mais próxima para registar boletim de ocorrência.
Como último recurso, por puro desespero de não ter como retornar para São Paulo fui obrigado a procurar uma clínica veterinária, que mediante pagamen to de consulta, no valor de R$90,00 (noventa reais) emitiu um atestado de saúde para meu cão, para que eu ttivesse permissão de viajar.
Só pude retornar para São Paulo em um vôo da mesma companhia às 23:00H de domingo, chegando ao meu destino final apenas às 02:00H de segunda-feira.Requeiro a vossa intervenção no sentido da garantia de direitos humanos, do simples respeito e da dignidade extendidas a todos os seres humanos, valores estes que me foram negados em um ato tão simples como o de voltar para casa após uma viagem de trabalho.
De nada adianta embarar em um vôo com todo o conforto, com som ambiente e outros agrados aos passageiros, se para poder exercer o direito de ir e vir precisamos nos sujeitar a toda a sorte de humilhações e dissabores.
Desde já agradeço a vossa atenção e disponibilidade.
Saudações,
 
Daniel M. Monteiro
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