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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Cayo Miguel Ángel Martín Cristóbal

Deficiência visual - a situação do Cayo

As calçadas da Rua Coronel Dulcídio e comentando detalhes da Espanha





Atenção para a ONCE - Espanha

Considerações finais

Obstruções ao pedestre

Uma esquina tenebrosa

Um trecho de calçada com bom padrão - um bom exemplo

CV Cayo Miguel Ángel Martín Cristóbal

1 - DADOS PESSOAIS
1.1 – Nome: Cayo Miguel Ángel Martín Cristóbal
1.2 – Filiação: Gregorio Martín e Julia Cristóbal
1.3 – Nascimento: 10/03/47 em Calahorra - Espanha
1.4 – Estado Civil: Casado
1.6 – Telefone : (0XX41) 33427862 e 99292200
1.7 – E-mail : cayomartin@onda..com.br
1.10- Registro no MEC : Licenciatura em Letras Português/Francês “L” nº 35.383
Licenciatura em Letras Espanhol “LP 9601021/ DEMEC/PR”
1.11- Máster en Lengua y Cultura Española. (USAL)
1.12- Profissão: Professor


2 - FORMAÇÃO
2.1 – Estudios de Bachillerato (correspondente ao 1º e 2º graus no Brasil)
1º e 2º curso no Instituto de Enseñanza Media de “M.F. Quintiliano” de Calahorra
(1957 a 1959);
3º. 4º, 5º e 6º Curso no Colégio Del Espíritu Santo na mesma cidade de Calahorra;
2.2 – Exames de Revalidação de Curso Secundário completo feito no exterior, no Colégio Estadual “Cel. Durival de Britto” (1969);
2.3 – Filosofia na Pontificia Studiorum Universitas A. S. Thoma Aq. In Urbe:
1º ano (1964 – 1965) – Roma – Itália;
2.4 – Filosofia na Universitas Friburgensis Helvetiorum na Suiça (1965/1966);
2.5 – Curso de Letras Português Francês na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Católica do Paraná (1970/1973);
2.6 – Curso de Letras Espanhol na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Federal do Paraná;
2.7 – Mestrando na Universidade de Salamanca em “Lengua y Cultura Españolas”;


3 - EXPERIÊNCIA DOCENTE
3.1 – 1966/67/68 – Sub-diretor e Professor no Seminário Del Espíritu Santo – Calahorra - Espanha;
3.2 – 1970/71 – Professor de Espanhol na Sociedade Educacional Barddal – Curitiba-PR
3.3 – 1970 /74 – Professor de Francês do Colégio Militar de Curitiba – PR;
3.4 – 1972/76 – Professor de Espanhol e Português na Sociedade Educacional Tuiuti – Curitiba- PR ;
3.5 – 1973/78 – Professor Suplementarista de Português e Francês no Ginásio Estadual de Pinhais- Município de Piraquara;
3.6 – 1974/75 – Professor de Espanhol do Colégio Sagrado Coração de Jesus – Curitiba;
3.7 – 1976/86 – Professor Titular de Comunicação e Expressão e Francês da FACE – Faculdade de Administração e Comércio Exterior – Curitiba – PR;
3.8 – 1998/1999 - Professor de Espanhol no Curso de Oficiais na Academia de Oficiais do Guatupê – PR;
3.9 – Desde 1994 – Professor de Espanhol da Universidade Tuiutí – Curitiba- PR
3.10 – Desde 1997 - Professor de Espanhol – PUC – Pontifícia Universidade Católica do Paraná – Curitiba;
3.11 – Julho/2001 : Professor no Curso de 12 horas com o título “Análise comparativa da acentuação em português e espanhol” – no “Curso Superior de Filología” organizado pela Universidade de Salamanca – Espanha
3.12 – Julho/2002 : Professor no Curso de 12 horas com o título “Aspectos de la ortografía del español y su aplicación didáctica” – no “Curso de Professores de Espanhol como Língua Estrangeira” orgnizado pela Universidade de Salamanca – Espanha
3.13 – Julho/2003 : Professor no Curso de 12 horas com o título “Aspectos de la ortografía del español y su aplicación didáctica” – no “Curso de Professores de Espanhol como Língua Estrangeira” orgnizado pela Universidade de Salamanca – Espanha

4 - OUTRAS ATIVIDADES NA ÁREA
4.1 – 1979/80/81/82 – Chefe do Departamento de Cultura Geral da FACE – Faculdade de Ciências Administrativas e Comércio Exterior do Paraná;
4.2 – Desde 1990 – Diretor do Centro Cultural Brasil-España de Curitiba – PR:
Instituição vinculada à Sociedade Cultural Brasil-Espanha, Embaixada da Espanha e
Agência Espanhola de Cooperação Internacional;
4.3 – Componente da Banca Examinadora do DELE-Diploma de Español como Lengua
Extranjera em:
Novembro/1994: em São Paulo-SP;
Maio/ 1995 : no Rio de Janeiro - RJ;
Novembro/1995: em Belo Horizonte - MG;
Maio/ 1996 : em Porto Alegre - RS;
Novembro/1996: no Rio de Janeiro - RJ;
Maio/ 1997 : em São Paulo - SP;
Novembro/1997: em Cuiabá- MT;
Maio / 1998 : no Rio de Janeiro – RJ;
Novembro/1998: no Rio de Janeiro – RJ;
Maio/2001 : em Brasília – DF
Novembro/2001: em Belo Horizonte – MG
Maio/ 2002 : em São Paulo - SP;
Novembro/ 2002 : em Porto Alegre - RS;
Maio/ 2004 : em Curitiba – PR;
Novembro / 2004: em Curitiba – PR;
4.4 – Presidente da Banca Examinadora do DELE-Diploma de Español como Lengua Extranjera em:
Maio/1999 : em Florianópolis – SC;
Novembro/1999: em Campo Grande – MS;
Maio / 2000 : em Campo Grande – MS;
Novembro/2000: em Salvador – BA
Novembro/2003: em Curitiba – PR
Agosto/ 2004 : em Curitiba – PR;
4.5 – Participante da Comissão Julgadora do Concurso Público de Provas e Títulos para provimento na carreira de Magistério Superior na Área de Conhecimento e Matéria Específica: Língua Espanhola e Literaturas de Língua Espanhola – UFPR
(Fevereiro/1998);
4.6 – Componente da Banca de Concurso para Professor de Língua e Literaturas de Língua Espanhola – UFPR – Julho/2000;
4.7 – Componente da Banca de Concurso para Professor Auxiliar de Língua e Literaturas de Língua Espanhola – UFPR – Setembro/2000.


5 – OUTROS TÍTULOS E CURSOS PÓS ACADÊMICOS
5.1 – 1992 – Curso de Estudios Hispánicos – Colegio de España – Salamanca/Espanha;
5.2 – 1995-Introducción a la Enseñanza del Español como Lengua Extranjera-Universidad Internacional Menéndez y Pelayo ;
5.3 – “XI Curso para Professores de Espanhol - Lengua Extranjera” com 130 horas letivas, reconhecidos treze (13) créditos para o “Máster Universitario en Lengua y Cultura Españolas de la Universidad de Salamanca”- Julho/1998;
5.4 – “I Curso para Profesores de Español en Brasil”com 150 horas letivas, reconhecidos quinze (15) créditos para o “Máster Universitario en Lengua y Cultura Españolas de la Universidad de Salamanca”- Janeiro e Fevereiro/1999;
5.5 – Parecer nº 4.294/76, Processo nº 3.885/76 emitido pelo Conselho Federal de Educação com a autorização como professor para a disciplina de Comunicação Oral e Escrita;
5.6 – Parecer nº 4.701/78, Processo nº 5.460/77 com a autorização como professor de Francês, emitido pelo Conselho Federal de Educação;
5.7 –Colaborador Honorífico no Brasil de Curso Internacionais-Cursos para Extrangeiros da Universidade de Valladolid – Espanha;
5.8 –Coordenador no Brasil do Curso Máster Universitário da Universidade de Salamanca de Jul/99;
5.9 – Membro do Conselho de Residentes Espanhóis junto ao Consulado Geral da Espanha em São Paulo;
5.10-Representante de Cursos Internacionais da Universidade de Salamanca para acordos culturais e acadêmicos no campo do ensino do espanhol;



6 - PARTICIPAÇÃO EM CONGRESSOS E SEMINÁRIOS
6.1 – III Encontro de Professores de Espanhol do Paraná promovido pela Associação de Professores de Espanhol do Paraná (1990);
6.2 – IV Encontro de Professores de Espanhol do Paraná promovido pela Associação de Professores de Espanhol do Paraná (1991);
6.3 – IX Encontro de Presidentes de Associações de Professores de Espanhol,promovido pela “Consejería de Educación de la Embajada de España” (Outubro/1995);
6.4 – “I Seminário de Dificultades Específicas de la Enseñanza del Español a Lusohablantes (Especial atención a las interferencias)” – Colégio Miguel de Cervantes- S. Paulo
(Outubro/1993);
6.5 – “II Seminário de Dificultades Específicas de la Enseñanza del Español a Lusohablantes (Especial atención a la Traducción)” – Colégio Miguel de Cervantes- S. Paulo
(Novembro/1994);
6.6 – “III Seminário de Dificultades Específicas de la Enseñanza del Español a Luso-hablantes (Especial atención a la Expresión Oral)” – Colégio Miguel de Cervantes-
S. Paulo (Novembro/1995);
6.7 – “V Seminário de Dificultades Específicas de la Enseñanza del Español a Lusohablantes (La integración de los aspectos culturales en la clase de español como lengua extranjera)” – Colégio Miguel de Cervantes- S. Paulo (Setembro/1997);
6.8 – Encontro de Professores – Palestrista em Iretama – PR - Abril/ 1997
6.9 – “Curso Internacional de Julio” – Universidad de Valladolid – Espanha – Julho/98
6.10- “Mini Curso”sobre “Enseñanza del Portugués como Lengua Extranjera” Prof. Lourdes Ecced Minguillón da Universidade de Zaragoza – Agosto/1998;
6.11– “VI Seminário de Dificultades Específicas de la Enseñanza del Español a Luso-hablantes (El texto literario en la enseñanza del español como lengua extranjera)” – Colégio Miguel de Cervantes- S. Paulo (1998);
6.12- Curso de Cine Espanhol na Universidade de Salamanca – julho/1998;
6.13- “Seminario para Examinadores del Diploma de Español como Lengua Extranjera” Instituto Cervantes – Setembro/1999
6.14- Mesa Redonda “O ensino do Espanhol hoje no Paraná” – UFPR – Fevereiro/2000
6.15- “Seminario para Examinadores del Diploma de Español como Lengua Extranjera” Instituto Cervantes – Setembro/2000;
6.16- “II Encontro do Profissional de Espanhol Hoje: O Professor em sala de aula”
Palestrista – Setembro/2000
6.17- Extensão Universitária “Las Tareas Aplicadas a Fines Generales y Específicos”- UFPR – Dezembro/2000
6.18- Comenda “La Cruz de la Orden del Mérito Civil” , outorgada por Sua Alteza Real Don Juan Carlos I, Rei da Espanha – Dezembro/2000
6.19- Mesa Redonda sobre “Perspectivas no ensino da língua espanhola” na PUC Paraná
Maio/2002


CURRICULUM
VITAE

Curitiba
2005

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Caminhada Comemorativa ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

Sent: Tuesday, November 16, 2010 3:39 PM
Subject: Caminhada 2010




Boa tarde!



Conforme e-mail encaminhado em 04 de novembro do corrente, seguem informações detalhadas sobre a Caminhada Comemorativa ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.



Data: 03 de dezembro de 2010.

Horário: concentração 08h30m, saída 09h00m.

Percurso: saída da Praça Santos Andrade pela Rua XV de Novembro até a Praça Osório.

Tema anual: A Pessoa com Deficiência tem direitos. Respeite-os!

Providências necessárias de cada Entidade:

1ª - Solicitar via ofício transporte do SITES, com pelo menos 72 horas de antecedência.

2ª - Todos os alunos deverão estar uniformizados para a caminhada, e levar bonés ou chapéus.

3ª - Divulgar aos familiares e incentivar a participação deles.

4ª - Providenciar autorização de participação, caso os pais não possam comparecer.

5ª - Lanche por conta de cada Entidade

6ª - Serão fornecidos copos de água durante a Caminhada.

7ª - Deverão levar bandeira / faixa de identificação da instituição.

8ª – Levar apitos e chocalhos, para chamar atenção da comunidade para a caminhada.



Realização

Prefeitura Municipal de Curitiba – PMC

Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência – CMDPPD



* Caso chova o evento será cancelado


Atenciosamente,
Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Município de Curitiba
SEDPcD
Rua Engenheiros Rebouças, 875, Praça Plínio Tourinho, Jardim Botânico.
Curitiba - PR. CEP 80210-040
Telefones: 3262-5504, 3262-1330
Fax: 3362-7284
E-mail: sedpcd@pmc.curitiba.pr.gov.br
assessoriapcd@yahoo.com.br

sexta-feira, 23 de julho de 2010

O IPC e a PMC

A PMC e a Acessibilidade

A dívida do IPC em energia elétrica

Registros do Ricardo com o Cayo Miguel Ángel Martín Cristóbal

Comentários sobre situações graves em Curitiba

http://osamigosdaescola.blogspot.com/

Comportamento no trânsito

A importância das propostas e a universalização das sugestões

A formatação do documento

Orelhões e pistas táteis

A chegada de uma amiga

Travessias e sinalizações

Conselho de Psicologia

leitura e discussão de encaminhamento



RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS PARA DEFICIENTES VISUAIS E SUGESTÕES DE ADEQUAÇÕES




Objetivo: Elaborar um documento para ser protocolado junto ao Governo do Estado do Paraná, Prefeituras Municipais da Região Metropolitana de Curitiba, inicialmente, IPPUC, URBS, DETRAN, DIRETRAN, CREA, OAB, IAB, SENGE, Ministério Público Estadual e Federal, IEP, SEDPcD, Secretarias Municipais e Estaduais de Meio Ambiente e Obras, COHAB, COHAPAR, Justiça Federal, Caixa Econômica, COEDE e demais conselhos e associações de e para PcD, demais órgãos e entidades que possam deliberar e encaminhar os problemas e soluções apontados nesta relação:



1 - Orelhões : Primeira sugestão: retomar o modelo cabine que era padrão na década de 80 que oferecia mais conforto ao usuário, isolando os ruídos da rua e protegendo das chuvas, além de oferecer melhor identificação do volume ao deficiente visual, pelo menos na região central.

Segunda sugestão: além da faixa tátil de alerta excedendo em 60 cm a projeção do orelhão, conforme NBR9050, elevar a base em 15mm dentro deste perímetro, com as bordas chanfradas na proporção de dois pra um, de acordo com a norma, para evitar tropeços, aumentando a percepção para pessoas com deficiência visual parcial ou total.

2 - Sinaleiros para pedestres: colocação do sinal sonoro acima de 3m de altura para evitar vandalismos, como por exemplo os chicletes que são colocados sobre os furos da campainha do poste. Recentemente foi colocado na XV de novembro sinaleiro com temporizador para que o pedestre com mobilidade reduzida possa calcular o tempo que resta para travessia. Sugerimos a implantação deste equipamento, dotado de sinal sonoro, com acionamento pelo usuário apenas no período de travessia, reduzindo o incomodo relatado pelos vizinhos a estes sinaleiros, em todos os cruzamentos na região central e em outros locais onde são necessários, como ADFP, IPC, APAES, Escolas Especiais, etc.

3 - Faixa de pedestres: Sugerimos ao IPPUC e prefeitura, a implantação de guias táteis para travessias junto às faixas de pedestres, que poderiam ser ou com as lajotas direcionais, embutidas no asfalto, como está sendo feito nas calçadas de CBUQ, ou com a massa plástica que é usada nas faixas, que tem pelo menos 2 a 3 milímetros de espessura, servindo como guia principalmente em ruas muito largas como Cândido de Abreu, Deodoro, Floriano, Visc. Guarapuava, Iguaçú, etc. Outra forma de sinalizar a travessia em ruas largas e movimentadas são as travessias elevadas que além de tudo forçam a diminuição de velocidade dos automóveis.

4 - Campanha Educativa de respeito às faixas de pedestres e implantação de câmaras que fiscalizem e autuem os infratores. Muitas cidades como Brasília, Blumenau, Florianópolis, já tem inserido na cultura de seus cidadãos esse respeito. A mídia impressa e televisiva pode dar visibilidade ao assunto. Oferecer também campanhas educativas atitudinais de como oferecer ajuda às PcD , inclusive nos cursos de formação de condutores e nos de reciclagem do DETRAN

5 - Plano de rearborização retirando árvores cujas raízes danificam as calçadas, galhos pendentes ou que possam cair com facilidade atingindo os transeuntes. Substituir árvores frutíferas, inclusive palmeiras que com seus frutos tornam o piso irregular e escorregadio, podendo causar queda principalmente em pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Proibição e retirada plantas espinhosas e contundentes próximas aos passeios e que ofereçam risco ou obstruam a circulação junto ao alinhamento predial, como as recentemente colocadas em torno de um shopping na Av. Sete de Setembro.

6 - Campanha junto com a FAS no sentido de educar os coletores de materiais recicláveis e de transporte de mercadorias de modo a não deixarem os carrinhos em posição que possa atingir o cego. Para solucionar a questão do cano por onde é puxado o carrinho, basta fazê-lo articulado de modo que quando estiver parado naturalmente estará abaixado.

7 - Identificação nos postes com o nome das ruas e numeração da quadra em Braille, em material contra vandalismo, como fitas de aço firmemente amarradas ao poste, com as bordas acabadas de modo a evitar cortes.

8 - Substituição de todas calçadas de pedras irregulares, ou no mínimo numa largura de 1,50m, por blocos de concreto ou CBUQ com pista tátil a exemplo do que foi executado na Mal. Deodoro.

9 - Colocação nos terminais e pontos de ônibus relação das linhas e horários em Braille, impressos em chapas metálicas firmemente presas, além de distribuição de tabelas de papel com as informações em Braille, pelas próprias concessionárias e URBS. Ainda nos ônibus, implantar sistema de áudio externo que identifique a linha ao parar na estação.

10 - Execução de rampas com inclinação máxima de 8%, dotadas de corrimãos em duas alturas e piso antiderrapante em todas as estações tubo, evitando queda de escadas e facilitando o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. Ainda nos tubos, execução de guias de balizamento externas contendo a projeção do tubo, pois não tem como ser percebida o abaulamento lateral com a bengala, planificando as calçadas no entorno dos mesmos, com no máximo 3% de inclinação transversal. Nas estações onde não for possível comprovadamente a execução de rampas, as plataformas deverão ser adequadas à NBR15655 e as escadas deverão ser dotadas de corrimãos em duas alturas, piso tátil de alerta nas extremidades, de acordo com a norma NBR9050 e com altura máxima do degrau com 19cm conforme parâmetro municipal. Criação de guarda-corpo nas laterais das passarelas que ligam o tubo ao ônibus, protegendo contra queda no vão entre o veículo e a estação. Desenvolvimento de um sistema mecânico ou eletrônico que impeça as rampas articuladas dos veículos abrirem fora do alinhamento correto com as passarelas das estações.

11 - Proibir e retirar obstáculos feitos em canos e correntes para carros não pararem nas calçadas. Admitir apenas os disciplinadores fechados com telas nas esquinas de escolas que cumprem a função de impedir a travessia principalmente de escolares fora da faixa.

12 – Guias de balizamento com altura de 5cm junto a canteiros e na borda de calçadas que ofereçam desníveis ou obstáculos laterais.

13 – Implantação de sistema de voz em todos elevadores de edifícios de uso coletivo, públicos e particulares, identificando o número do andar e sentido de curso.

14 - Etiquetas em Braille em todas as prateleiras de supermercado, mercados, lojas, identificando o

produto e preço. Já existem etiquetas e embalagens com esta identificação.

15 – Fiscalização e eliminação de rampas e degraus de acesso aos estabelecimentos que avancem sobre as calçadas. Todos desníveis deverão ser resolvidos fora da faixa livre de passagem de pedestres com no mínimo 1,50m, onde a inclinação lateral não poderá exceder 3%, conforme estabelecido na NBR 9050.

16– Eliminação de lixeiras suspensas sobre as calçadas. Substituição por elementos para dentro do alinhamento predial ou apoiados no chão . Ainda neste item incluem-se outros objetos suspensos, tais como: caixas de correio, toldos, placas, mercadorias na calçada ou suspensas sobre elas, etc.

17- Estabelecer que as pistas podotáteis deverão estar localizadas próximas ao alinhamento predial, afastadas no mínimo 80 e no máximo 150cm, oferecendo aos usuários a facilidade de localização dos acessos.

18 – Proibição de projeção de bares sobre as calçadas para colocação de mesas e cadeiras, disciplinadores para formação de filas de acesso assim como para fumódromos

19- Proibição de circulação de veículos, inclusive viaturas policiais, transporte de valores, hóspedes de hotéis sobre calçadas, como na Jesuíno Marcondes onde inclusive ficam estacionados, tomando lugar dos pedestres . Maior fiscalização e remoção de motos estacionadas sobre as calçadas, pois quando recém paradas o deficiente pode encostar em partes ainda quentes das mesmas (por ex: escapamento), ou ainda esbarrar em peças pontudas ou quebráveis, como manetes, piscas, espelhos.

20 – Proibição de estacionamento de bicicletas acorrentadas em postes e árvores, oferecendo risco de colisão com peças pontudas e contundentes, principalmente para def. visuais. Criação de espaços adequados tais como paraciclos e bicicletários, públicos e particulares.

21– Regulamentação quanto a circulação e ao estacionamento de veículos de carga motorizados e caçambas de transporte de resíduos sobre passeios. Estas deverão possuir dispositivos nas extremidades onde a parte superior é maior que a base, servindo de orientação para def. visuais.

22– Retirada de tirantes metálicos (estais) e postes inclinados, substituindo-os por postes reforçados adequados aos esforços de mudança de direção de linha ou por outro elemento vertical que cumpra esta necessidade.

23 - Eliminação de qualquer placa publicitária em calçadas e espaços de circulação, conforme lei 9121/97, inclusive nas estações e plataformas do sistema de transporte coletivo.

24 – Fiscalização e Multa para as construtoras que não mantenham em ordem as calçadas em frente as suas obras, na maioria das vezes estão esburacadas, cheias de entulhos e sem calçamento adequado para utilização de pedestres (nos dias de chuva se transformam em lamaçais intransponíveis com buracos e pedras soltas). As obras sobre o passeio devem ser sinalizadas e isoladas com tapumes e não apenas fitas plásticas, assegurando largura mínima de 1,20m para circulação. Quando for necessário utilizar o leito carroçável pelos pedestres, deverá ser providenciada rampa provisória e tapume isolando da circulação de veículos.



Estes itens foram relacionados após 3 reuniões no Instituto Paranaense de Cegos e uma no Sindicato dos Arquitetos e serão escolhidos e aprovados por maioria simples em assembléia a ser realizada no IPC em data a ser confirmada no próximo dia 22 de Julho de 2010, quando haverá reunião da Comissão que desenvolverá o documento.



Curitiba, 20 de Julho de 2010



Arq. Ricardo Tempel Mesquita

Lendo a minuta

Propostas de segurança no transporte coletivo e demais equipamentos

leitura parte final

Regulamentação de estacionamentos em passeios



Discutindo quem assina e encaminhamentos



Recapeamento mal feito e perigoso em Curitiba

Concluindo reunião





Bazar do IPC

IPC e seus convênios

terça-feira, 20 de julho de 2010

Doação - Otoniel Santos Neto

Estimados IIr da SOL DA LIBERDADE, bom dia.




Atendendo chamado do grande Ir CASCAES entreguei ao Instituto Brasileiro dos Deficientes Visuais em Ação - IBDVA - duas cadeiras, do tipo "papai" que eram utilizadas por minha mãe.

Fiz a doação, também, de uma cadeira de rodas.

Estas doações foram feitas em nome da Loja Sol da Liberdade e do Rotary Club de Curitiba Portão.
Sugiro a confecção de um banner, no modelo que o Rotary possui, para os futuros registros fotográficos.

Agradeço ao CASCAES pela oportunidade que nos ofereceu, permitindo-nos registrar o primeiro ano do retorno de minha mãe à maior.

TFA.

OTONIEL8

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A importância da Reatech

Ouvir para decidir

Dia de aniversário do Gilmar

Feliz Aniversário Gilmar

A quadrilha





Um casamento no IPC







Bingo

Festa no arraiá do IPC







Uma calçada perigosa

domingo, 27 de junho de 2010

Iniciando entrevista

A perda da visão



Sentido Háptico e a Pesquisa e Desenvolvimento de soluções

O Sistema háptico vai além do tato e é um dos mais complexos meios de comunicação entre o mundo interno e externo do homem. O sistema háptico está relacionado com a percepção de textura, movimento e forças através da coordenação de esforços dos receptores do tato, visão, audição e propriocepção.
A função háptica depende da exploração ativa do ambiente, seja este estável ou em movimento. Mauerberg-Decastro (2004) e outros estudiosos de orientação e mobilidade, afirmam que o sistema háptico possui alguns subsistemas, como:
• sistema cinestésico - proporciona a consciência da postura corporal através de informação vinda de receptores dos músculos, da pele e das articulações.
• sistema cutâneo - proporciona noções extracorpóreas capturadas na superfície da pele.
• sistema proprioceptivo háptico - dá fluência às ações coordenadas através das sinergias musculoarticulares.
• sistema visual háptico - atua num nível de alta ordem que guia os movimentos a alvos visualizados. Ele detecta profundidade por causa da disparidade binocular, movimento de paralaxe, gradiente de textura e sombras.
• sistema auditivo háptico - fornece informações auditivas de vital importância sob restrição da visão.
Um conceito similar ao sistema cinestésico é o sistema somatosensório. Winter (apud Mauerberg-Decastro, 2004) inclui o sistema somatosensório como responsável pela detecção da velocidade e da posição do corpo e suas partes, os quais estão sob influência da ação da gravidade ou do contato com objetos externos.

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:tqfg1rQcANgJ:www.labtate.ufsc.br/ct_mapas_tateis_sistema_haptico.html+h%C3%A1ptico&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

O desafio aos cegos e o que é a cegueira

O IPC

Orelhões - um pesadelo

Pista Tátil e a política

A eficácia das leis

As calçadas e a mobilidade e segurança dos cegos

A importãncia dos sons e a educação



Conclusões e propostas do Jairo

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Iniciando reunião do dia 10 de junho no IPC

Temas de discussão - pauta

Ofício com propostas e cobranças de soluções de acessibilidade





Ofício para a FAS e o passe interurbano



Cadência de reuniões

Final de reunião e a proposta de participal no Intermodal



Aviso de reunião no dia 10 de junho de 2010

dia 10 de Junho, a partir das 18:45hs, nas dependências do IPC-Instituto Paranaense de Cegos, na Visconde de Guarapuava com Cel. Dulcídio, a próxima reunião que visa elaborar um documento sobre os principais problemas e apontando as melhores soluções para facilitar o trânsito dos cidadãos curitibanos e região metropolitana, notadamente aqueles com deficiências visuais, físicas, auditivas, idosos, gestantes e carrinhos de bebê, enfim a parcela que maiores riscos corre ao transitar em nossas cidades.


Precisamos do apoio de todos, dando representatividade ao documento que irá exigir de todos órgãos responsáveis pelo planejamento, construção, administração e gerenciamento dos espaços de uso coletivo, públicos e privados, em cumprimento ao determinado no Decreto 5296/2004 que estabeleceu o prazo de Dezembro de 2008 para que todos estes espaços estivessem acessíveis.

Peço que divulguem aos seus contatos.

Vejam em anexo a Ata da última reunião e a Relação provisória dos principais obstáculos que serão discutidos e aprovados pela maioria.

Um grande abraço

Acessibilidade Já!

Ricardo Mesquita

Em 9 de junho de 2010 10:44, enio escreveu:

Temos o prazer de reiterar o convite para a reunião de amanhã,

quintafeira, dia 10 de junho, a partir das 19h00, na sede do IPC,

objetivando dar continuidade nas discussões sobre os problemas de

acessibilidade que afetam a vida das pessoas cegas.



Como não tenho o e-mail de todos os que se fizeram presentes nas últimas

reuniões, solicito o favor de repassarem este convite adiante.



Enio.

Arq. Ricardo Tempel Mesquita

arqmesquita@gmail.com

(41) 3277-5299 9194-2294

quarta-feira, 9 de junho de 2010

RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS PARA DEFICIENTES VISUAIS

RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS PARA DEFICIENTES VISUAIS




Objetivo: Elaborar um documento para ser protocolado junto ao Governo do Estado do Paraná, Prefeituras Municipais da Região Metropolitana de Curitiba, inicialmente, IPPUC, URBS, DETRAN, DIRETRAN, CREA, OAB, IAB, SENGE, Ministério Público Estadual e Federal, IEP, SEDPcD, Secretarias Municipais e Estaduais de Meio Ambiente e Obras, COEDE e demais conselhos e associações de e para PcD, demais órgãos e entidades que possam deliberar e encaminhar os problemas e soluções apontados nesta relação:



1 - Orelhões : Primeira sugestão: retomar o modelo cabine que era padrão na década de 80 que oferecia mais conforto ao usuário, isolando os ruídos da rua e protegendo das chuvas, além de oferecer melhor identificação do volume ao deficiente visual, pelo menos na região central.

Segunda sugestão: além da faixa tátil de alerta excedendo em 60 cm a projeção do orelhão, conforme NBR9050, elevar a base em 15mm, com as bordas chanfradas na proporção de dois pra um, de acordo com a norma, para evitar tropeços, aumentando a percepção para pessoas com deficiência visual parcial ou total. Ainda neste item incluem-se outros objetos suspensos, tais como: lixeiras, caixas de correio, toldos, placas, mercadorias na calçada ou suspensas sobre elas, etc.

2 - Sinaleiros para pedestres: colocação do sinal sonoro acima de 3m de altura para evitar vandalismos, como por exemplo os chicletes que são colocados sobre os furos da campainha do poste, que tenho inclusive registros deste delito. Recentemente foi colocado na XV de novembro sinaleiro com temporizador para que o pedestre com mobilidade reduzida possa calcular o tempo que resta para travessia. Sugerimos a implantação deste equipamento, com acionamento pelo usuário apenas no período de travessia, reduzindo o incomodo relatado pelos vizinhos a estes sinaleiros, em todos os cruzamentos na região central e em outros locais onde são necessários, como ADFP, IPC, APAES, Escolas Especiais, etc.

3 - Faixa de pedestres: Há muito tempo sugerimos ao IPPUC e prefeitura, a implantação de guias táteis para travessias junto às faixas de pedestres, que poderiam ser ou com as lajotas direcionais, embutidas no asfalto, como está sendo feito nas calçadas de CBUQ em frente ao HSBC do Hauer, ou com a massa plástica que é usada nas faixas, que tem pelo menos 2 a 3milímetros de espessura, servindo como guia principalmente em ruas muito largas como Cândido de Abreu, Deodoro, Floriano, Visc. Guarapuava, Iguaçú, etc. Outra forma de sinalizar a travessia em ruas largas e movimentadas são as travessias elevadas que além de tudo forçam a diminuição de velocidade dos automóveis.

4 - Campanha Educacional de respeito às faixas de pedestres e implantação de câmaras que fiscalizem e autuem os infratores. Muitas cidades como Brasília, Blumenau, Florianópolis, já tem inserido na cultura de seus cidadãos esse respeito. Temos alguns bons contatos na mídia impressa e televisiva que podem dar visibilidade ao assunto. Oferecer também campanhas educativas atitudinais de como oferecer ajuda às PcD , inclusive nos cursos de formação de condutores e nos de reciclagem do DETRAN

5 - Plano de rearborização retirando árvores cujas raízes danificam as calçadas, galhos pendentes ou que possam cair com facilidade atingindo os transeuntes.

6 - Campanha junto com a FAS no sentido de educar o coletor de materiais recicláveis e de transporte de mercadorias de modo a não deixarem os carrinhos em posição que possa atingir o cego, como já aconteceu com nosso amigo Simão próximo ao Guadalupe. Para solucionar a questão do cano por onde é puxado o carrinho, basta fazê-lo articulado de modo que quando estiver parado naturalmente estará abaixado.

7 - Identificação nos postes com o nome das ruas e numeração da quadra em Braille, em material contra vandalismo, como fitas de aço firmemente amarradas ao poste, com as bordas acabadas de modo a evitar cortes.

8 - Substituição de todas calçadas de pedras irregulares, ou no mínimo numa largura de 1,50m, por blocos de concreto ou CBUQ com pista tátil a exemplo do que foi executado na Mal. Deodoro e recentemente em torno do HSBC Hauer.

9 - Colocação nos terminais e pontos de ônibus relação das linhas e horários em Braille, impressos em chapas metálicas firmemente presas, além de distribuição de tabelas de papel com as informações em Braille, pelas próprias concessionárias e URBS. Ainda nos ônibus, implantar sistema de áudio que identifique a linha ao parar na estação.

10 - Execução de rampas em todas as estações tubo, evitando queda de escadas, como a que aconteceu no terminal do Carmo, onde uma senhora cega caiu da plataforma e acabou fraturando o braço e sofrendo escoriações no rosto. Ainda nos tubos , execução de guias de balizamento externas contendo a projeção do tubo, pois não tem como ser percebida a curva lateral com a bengala.

11 - Obstáculos feitos em canos e correntes para carros não pararem nas calçadas. Admitir apenas os disciplinadores com telas nas esquinas de escolas que cumprem a função de impedir a travessia principalmente de escolares fora da faixa.

12 – Guias de balizamento com altura de 5cm junto a canteiros e na borda de calçadas que ofereçam desníveis ou obstáculos.

13 – Implantação de sistema de voz em todos elevadores de edifícios de uso coletivo, públicos e particulares, identificando o número do andar e sentido de curso.

14 – Etiquetas em Braille em todas as prateleiras de supermercado, mercados, lojas, identificando

produto e preço.

15 – Fiscalização e eliminação de rampas e degraus de acesso aos estabelecimento que avancem sobre as calçadas. Todos desníveis deverão ser resolvidos fora da faixa livre de passagem de pedestres com no mínimo 1,50m, onde a inclinação lateral não poderá exceder 3%, conforme estabelecido na NBR 9050.

16 – Eliminação de lixeiras suspensas sobre as calçadas.

17- Estabelecer que as pistas podotáteis deverão estar localizadas próximas ao alinhamento predial, afastadas no mínimo 80 e no máximo 150cm, oferecendo aos usuários a facilidade de localização dos acessos.



Estas são algumas sugestões que foram apresentadas na reunião realizada no Sindicato dos arquitetos, com a presença de Ricardo Mesquita, Ana Carmem, Gilmar, Enio e a psicóloga do IPC q1ue infelizmente não recordo o nome. Coloco à aprovação e deixo o desafio de novas para discutirmos na próxima reunião, que estou sugerindo que aconteça no IPC, quinta dia 06/05 às 18 hs.

.

Atenciosamente

Arq. Ricardo Tempel Mesquita

arqmesquita@gmail.com

(41) 3277-5299 9194-2294



RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS PARA DEFICIENTES VISUAIS



Sugestões propostas pelo Gilberto:



• Na segunda sugestão do item 1 do Relatório acrescentar aqueles transformadores de energia que ficam suspensas, principalmente em esquinas (R. Bento Viana com Av. Batel – PIB, R. Bento Viana esquina com Av. 7 de Setembro – em frente a uma panificadora).

• Obrigatoriedade de utilização de tapumes em torno de obras relizadas nas calçadas e ruas e não aquelas fitas plásticas.

• Multa para as construtoras que mantenham as calçadas em frente as suas obras sem cuidados, na maioria das vezes estão esburacadas, cheias de entúlios e sem calçamento adequado para utilização de pedestres (nos dias de chuva se transformam em lamaçais intransponíveis) sendo necessário utilizar a rua pelos pedestres. Exemplos: esquina da R. Dr. Pedrosa com R. Brigadeiro Franco; R. Brigadeiro Franco, mais ou menos no meio da quadra.

• Proibição de colocação de placas luminosas no sentido perpendicular ao sentido das calçadas, por exemplo nos pontos de ônibus e uma que se encontra na R. Dês. Motta entre as ruas Emiliano Perneta e Comendador Araújo.

• Pintura em cor mais visível dos “postinhos” utilizadas para sinalização nas esquinas, por exemplo na cor amarela anti as cinzas utilizadas atualmente, isso facilitaria a visualização das pessoas com baixa visão.

• Passar orientações para os catadores de papel não trafegar sobre as pistas táteis e nem parar sobre elas.

Maior fiscalização das motos que estacionam sobre as calçadas, quando recém paradas o deficiente pode encostar em partes ainda quentes das mesmas (por ex: escapamento).

ENDEREÇOS DE ENTIDADES DE DEFICIENTES VISUAIS EM CURITIBA

ENDEREÇOS DE ENTIDADES DE DEFICIENTES VISUAIS EM CURITIBA




ASSOC DE PAIS E AMIGOS DE DEF VISUAIS

APADEVI

Endereço: Rua Bororós, 34 Vila Izabel Curitiba-PR CEP: 80320-260

apadevi@pop.com.br





ASSOC DEF VISUAIS DO PR

ADEVIPAR

Endereço: Rua Eurico Zytkievitz, 110

Sítio Cercado Curitiba-PR CEP: 81900-180

adevipar@adevipar.org





ESCOLA ESPECIAL ALTAYR SANTOS CAVALLI

Endereço: Rua Gonçalves Dias , 417

Batel Curitiba-PR CEP: 80240-340

afan-escola@ig.com.br





ESCOLA EDUCAÇÃO ESPECIAL BOA VISTA

Endereço: Rua Holanda, 881

Boa Vista Curitiba-PR CEP: 82540-040

eebv@ig.com.br





INSTITUTO PARANAENSE DE CEGOS

IPC

Endereço: Av. Visc de Guarapuava, 4186

Batel Curitiba-PR CEP: 80250-220

ipc@onda.com.br





INSTITUTO DEFICIENTES VISUAIS– IBDVA

IBDVA

Endereço: Rua Mal Deodoro, 366 – Sala 47

Centro Curitiba-PR CEP: 80010-150

ibdva@yahoo.com.br





BIBLIOTECA PÚB DO PR – SALA BRAILLE

Endereço: R Cândido Lopes, 133 (subsolo)

Centro Curitiba-PR CEP: 80020-901

braille@pr.gov.br





CENTRO DE REEDUCAÇÃO VISUAL

Endereço: Rua do Rosário, 144 9º/11º Andar

Centro Curitiba-PR CEP: 80020-110

ATA DA REUNIÃO DE ACESSIBILIDADE REALIZADA NO IPC DIA 20/05/2010

ATA DA REUNIÃO DE ACESSIBILIDADE REALIZADA NO IPC DIA 20/05/2010


Por Gilmar de Freitas Mariano



A próxima reunião foi marcada para o dia 10/06/2010 no IPC.



Action Points:



1. ficou combinado que serão convidadas outras entidades para participar do

movimento como a PADEV, FACE e o IBDVA. Responsáveis IPc, Adevipar ou

quem tiver contato com estas instituições.

2. Agrupar outros trabalhos de acessibilidade como o da Comissão de

acessibilidade sugerido pela professora Lilian. Responsável Ricardo

Mesquita, professora Lilian e quem mais poder ajudar.

3. Incluir a sugestão do Gilberto de melhorar a sinalização nas obras

em andamento nas calçadas de Curitiba. Responsável Ricardo Mesquita,

Gilberto e quem mais poder contribuir.

4. Abrir o movimento para outras categorias de deficiências para

encontros individuais das categorias e junção num único documento final. Responsável

Iraja/Acessoria de PCD da prefeitura de Curitiba e quem mais poder

ajudar.

5. Verificar leis e projetos de lei já em andamento que vem em encontro

com as soluções apresentadas no documento. Responsável Adevipar,

Acessoria de PCD e quem mais poder contribuir.

6. colocar em votação a obrigatoriedade da escrita em Braille nos

produtos ao invés de marcações nas instalações dos mercados. Responsável

membros da mesa diretora.

7. Organizar o documento agrupando os itens menos polemicos e por ordem de prioridade/urgência como sugerido

pelo Gilberto e colocar em votação. Responsáveis Ricardo Mesquita, Gilberto

e quem mais poder contribuir.

8. Foi sugerido a finalização do documento até 03/12/2010. Responsáveis todos.

dia 10 de Junho, a partir das 18:45hs, nas dependências do IPC-Instituto Paranaense de Cegos,

Prezadas e prezados


Estamos confirmando para amanhã, quinta, dia 10 de Junho, a partir das 18:45hs, nas dependências do IPC-Instituto Paranaense de Cegos, na Visconde de Guarapuava com Cel. Dulcídio, a próxima reunião que visa elaborar um documento sobre os principais problemas e apontando as melhores soluções para facilitar o trânsito dos cidadãos curitibanos e região metropolitana, notadamente aqueles com deficiências visuais, físicas, auditivas, idosos, gestantes e carrinhos de bebê, enfim a parcela que maiores riscos corre ao transitar em nossas cidades.

Precisamos do apoio de todos, dando representatividade ao documento que irá exigir de todos órgãos responsáveis pelo planejamento, construção, administração e gerenciamento dos espaços de uso coletivo, públicos e privados, em cumprimento ao determinado no Decreto 5296/2004 que estabeleceu o prazo de Dezembro de 2008 para que todos estes espaços estivessem acessíveis.

Peço que divulguem aos seus contatos.

Vejam em anexo a Ata da última reunião e a Relação provisória dos principais obstáculos que serão discutidos e aprovados pela maioria.

Um grande abraço

Acessibilidade Já!

Ricardo Mesquita

sábado, 22 de maio de 2010

reunião no IPC

Sent: Saturday, May 22, 2010 10:19 AM

Subject: Re: Fw: reunião no IPC

Olá Cascaes e Ricardo e demais amigos,

A próxima reunião ficou marcada para o dia 10 de junho às 19:00hs lá mesmo no IPC. Desde já quero agradecer ao Ênio pela disponibilização do espaço, e pela forma firme como conduziu a reunião, priciplamente na estrita observância dos horários.

Aqui um pouco de minha contribuição com algumas anotações que o Ricardo fez antes de sair.

01-Colocação de inscrição em Braille em todos os produtos.

Esta proposta, para ser obrigatória em todos os produtos, dependerá de lei federal que a detalhe, mas que se bem conduzida por nossos representantes em Brasília, quem sabe consigamos chegar lá.

02-Evitar produtos empilhados nos corredores de circulação em supermercados, lojas, shoppings, etc.

Esta é uma medida que poderemos implementar com a ajuda da Associação Comercial, e sindicato dos supermercados. A Associação Comercial por exemplo tem sido grande parceira nesses assuntos e sempre está disposta a promover seminários de conscientização para logistas.

03-Treinamento de funcionários para atendimento de deficientes em instalações comerciais.

A Associação Comercial poderá desenvolver este trabalho com nossa ajuda.

Este trabalho deverá compreender também, layout interno, banheiros, etiquetas em Braille, provadores....enfim é bastante intenso.

04-Rampas em frente às lojas.

O desnível proporcionado por algumas lojas ao tentar resolver este problema, foi bem abordado pelo Ênio. A colocação de rampas internas, entretanto, precisará levar em consideração a viga de baldrame. Nesta questão o Ricardo encontrará a solução correta. Muitos lojistas apresentam este entrave como ponto principal para não fazer a rampa interna.

05-Sistema de aviso sonoro implantado em Baurú.

Achei bem legal o dispositivo que avisa a hora de descer e subir do ônibus, além de avisar ao cego que está na parada sobre qual é o ônibus que está chegando.

Gostaria de saber mais a respeito, e quem sabe com a ajuda da Secretaria possamos implantar o mesmo sistema aqui em Curitiba. Pelo menos discutir a possibilidade com a URBS. Quem souber mais a respeito por favor me informe.

06-Projeto de acessibilidade no entorno das Entidades. Proposta do Ênio.

Funcionaria como célula matriz de acessibilidade para as demais quadras.

Muito boa e precisaremos desenvolvê-la mais. O Ricardo já têm projetos bem desenvolvidos que partem deste princípio. Penso que deveríamos começar agora tentar implementá-los.

07-Atendimento de funcionários de bancos para clientes cegos.

A FEBRABAN tem desenvolvido grandes trabalhos na área. Se vcs entrarem no site da Federação dos Bancos verão que ela está bem sensível aos projetos de acessibilidade bancária. Penso inclusive que poderíamos conseguir financiamentos para a realização destes treinamentos. Os bancos, mesmo que ainda apresentem muitos problemas, já estão bem adiantados em relação à acessibilidade.

08-Selo de acessibilidade.

Já faz parte de um projeto que está em tramitação na Câmara Municipal de Curitiba

É uma proposta antiga em que eu o Ricardo e outros amigos desenvolvemos há algum tempo e que agora foi encaminhada ao Prefeito. Chama-se Câmara Técnica-de Acessibilidade-CTA, que entre outras atribuições, estabelece condições para que estabelecimentos comerciais ou órgão públicos e privados recebam o Selo, somente se atenderem às questões de acessibilidade em todas as dimensões. Semana passada fui à Procuradoria do Município discutir o encaminhamto para a criação da CTA.

09-O Jaime fez encaminhamento para que os assuntos sejam ordenados por área, e desta forma não se perca muito tempo ao discutí-los. A separação por temas proposto por ele trará ganhos significativos a todos no futuro.

10-Sugestão de trazer outras áreas é importante, mas não devemos encher muito a sala, senão não produziremos as ações que queremos a curto prazo.
11-Sugestão de convidar outras entidades da área visual foi bem aceita.

12-Sugiro que na próxima reunião já tenhamos uma pessoa previamente escolhida para fazer as anotações. Posso disponibilizar um notebook para isso.

Bem pessoal esta é minha contribuição.

Estarei sempre junto.

Abraços,

Irajá

PS-por favor disrtribuam aos demais pois não tenho o e-mail deles.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

No desespero

Coordenadas

Avaliação de soluções e a Secretaria



A importância da Secretaria do Irajá de Brito Vaz

As boas vindas e a festa da chegada

Documentação e encaminhamento para identificação do PcD





Iniciando reunião



Sociedad Peatonal

Divulgar questões relativas aos PcD

Os profissionais e a acessibilidade

Apresentação do Ricardo Mesquita

O espírito da proposta em discussão



Pista Tátil

Solicitação de apoio

Ricardo e sua primeira sugestão

Ênio informando sobre documento entregue ao Ministério Público do PR

Leitura comentada das propostas Ricardo Mesquita



A utilização da escrita em Braille

Encaminhamento de sugestões

Uso da escrita Braille em lojas e supermercados

A importância para o idoso e ou PcD das boas práticas técnicas

Debate sobre as propostas de Ricardo Mesquita

O Secretário Brito Vaz e as sugestões de Ricardo Mesquita

Futuras leis curitibanas a favor dos PcD



Ricardo Mesquita

A invasão das calçadas pelas lojas e bares criando barreiras perigosas

Ação política, PLs, a Secretaria e sugestão da Priscila - calçadas boas



O que é mais importante hoje?

Avaliação de soluções e a Secretaria

Dúvidas sobre a eficácia das leis no Brasil

Ação Gradual firme

Selo e Câmara de Acessibilidade

A importância da educação - os atendentes como exemplo



Sociedad Peatonal o PcD - André Caon Lima coloca proposta

O deficiente visual e as calçadas inseguras



A importância da qualidade da calçada e o deficiente visual