Espetáculo: Irmãos de Sangue

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14:39 (Há 20 horas)
para
                     SERVIÇO:
 Espetáculo: Irmãos de Sangue
 Local: Teatro Guairinha – Auditório Salvador de Ferrante.
 Endereço: Rua XV de Novembro, 971.
 Dias: 23 e 24 de janeiro (sábado, às 21h.; domingo, às 20h)
 Classificação Indicativa: 14 anos.
 Duração: 90 minutos.
 Lotação: 496 lugares.
 Ingressos: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia).
 IMPORTANTE:
 Cortesias limitadas mediante reserva de equipamento de audiodescrição para o email: audiodescricaoaovivo@gmail.com e para os fones:
 (41) 8415-0000(41) 3434-5178 e (51) 8118-9814.
 

 RELEASE:
 
 Montagem foi vencedora do Prêmio Shell 2014 nas categorias cenário e ator para André Curti e Artur Luanda Ribeiro
 Companhia promove oficina O Corpo Poético no dia 21
 
 A fraternidade e as memórias são os temas que conduzem o espetáculo Irmãos de sangue, uma criação da companhia franco-brasileira Dos à Deux. Com dramaturgia, direção, coreografia e cenário de André Curti e Artur Luanda Ribeiro, a peça faz duas únicas apresentações no Teatro Guairinha, nos dias 23 e 24 de janeiro (sábado, às 21h; domingo, às 20h), dentro da programação do Circuito BR. No dia 21, a dupla ministra a oficina O Corpo Poético para atores, bailarinos e estudantes de teatro, das 16h às 20h, no Miniauditório Glauco Flores de Sá Brito. A oficina promove um encontro prático sobre gesto e teatralidade, escritura coreográfica e dramática.
 
 Em Irmãos de sangue, o grupo retoma o tema da família que esteve presente nos dois trabalhos anteriores:Saudade em terras d’água (Prêmio do público no Festival de Avignon, em 2005) e Fragmentos do desejo (Prêmio Shell 2010 na categoria “Especial”). Em cena, André Curti e Artur Luanda Ribeiro conduzem uma coreografia gestual precisa ao lado dos atores Raquel Iantas e Daniel Leuback. Em uma atmosfera onírica, a peça investiga os laços fraternos e os conflitos que marcam a convivência familiar. A história se passa no centro das relações entre três irmãos e sua mãe, alternando momentos entre o passado e o presente.
 
 No cenário, o minimalismo foi trabalhado de forma orgânica e mutável por Curti e Ribeiro. Poucos elementos materiais, como uma mesa e uma grande gangorra, evocam memórias fraternais e a presença da mãe. Como nas criações anteriores, a música original de Fernando Mota se funde na dramaturgia gestual, sublinhando o não-dito e o amor fraternal incondicional.
 
 O espetáculo estreou em março de 2013 em Paris e, no mesmo ano, participou do Festival de Avignon, onde foi saudado com entusiasmo por críticos como Sandrine Blanchard, do jornalLe Monde: “teatro gestual, inventivo e poético, que alcança grande sucesso”. O grupo seguiu em turnê pela França e pelo Brasil: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo e Brasília, além de ter participado dos festivais Filo de Londrina (Paraná) e Mirada (Santos, no litoral paulista). Em outubro, a Cia. Dos à Deuxse apresentou pela primeira vez na China, no Festival de Wuzhen, fruto de uma parceria com oFestival Cena Brasil Internacional. Entre dezembro e janeiro, a turnê seguirá por Curitiba e Campinas.
 

 O espetáculo foi indicado ao Prêmio Shell 2014 em quatro categorias (Ator, Direção, Cenário e Iluminação) – sendo vencedor nas categorias“Melhor Cenário” e “Melhor Ator”, este dividido entre Curti e Ribeiro. Também foi indicado aos prêmios APTR (Espetáculo) e Cesgranrio de Teatro 2014 em quatro categorias (Espetáculo, Direção, Cenografia e Iluminação). No Prêmio CENYM, a produção foi indicada em três categorias (Ator, para Artur Luanda Ribeiro, Companhia de Teatro para Cia. Dos à Deux e Elenco).
 
 SOBRE A CIA. DOS À DEUX
 Artur Luanda Ribeiro e André Curti se conheceram em 1997 durante um festival em Paris e decidiram começar juntos uma pesquisa teatral e coreográfica, tendo como inspiração Esperando Godot, de Samuel Beckett. Um ano mais tarde, em 1998, nascia o primeiro trabalho da companhia: Dos à Deux, que já foi apresentado em quase todos os países da Europa, além da África e da Índia.
 
 Depois de mais de duas décadas na França, a Cia. Dos à Deux há quatro anos mantém duas sedes, sendo uma em Paris e outra no Rio – onde reformaram um cortiço de 1846 no bairro da Glória. O lugar é a sede do grupo no Brasil e está se estabelecendo como um espaço para abrigar residências artísticas. A Companhia do Latão se hospedou na casa entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano.
 
 A Cia Dos à Deux já percorreu mais de 50 países, somando cerca de 1.500 apresentações por toda a Europa, África Central, Ásia, Polinésia Francesa e América do Sul. O repertório é formado por Aux Pieds de la lettre, Saudade em terras d’água, Fragmentos do desejo, Ausência (solo com Luís Melo), Dos à Deux 2º ato e Irmãos de sangue.
 
 FICHA TÉCNICA
 
 Dramaturgia, cenário, coreografia e direção: André Curti e Artur Luanda Ribeiro
 Interpretação: Raquel Iantas, Daniel Leuback André Curti e Artur Luanda Ribeiro
 Música original: Fernando Mota
 Violino: Fran Lasuen
 Figurinos e marionetes: Natacha Belova
 Acessórios, peruca e objetos: Maria Adélia e Marta Rossi com assistência de Morgan Olivier e Camila Moraes
 Iluminação: Artur Luanda Ribeiro e Bertrand Perez
 Construção do cenário: DemisBoussu e Jessé Natan
 Contraregra: Jessé Natan
 Direção técnica de turnê e Técnico de luz: Hugo Mercier
 Técnico de som: Luana Moreno
 Produção executiva: Neila de Lucena
 Comunicação: Taiana Trajano
 Programação Visual: Roberta Freitas
 Teaser¬Vídeo: Jean Luc Daniel
 Fotos: Renato Mangolin
 Direção de produção: Nathalie Redant (França) e ¬ Sérgio Saboya (Brasil)
 Administração de produção: Alex Nunes

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